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Coleta de resíduos que não falha, com toda a documentação em dia

Resíduos sólidos, efluentes industriais e reciclagem de plástico em Campinas, Jundiaí, Grande São Paulo e Baixada Santista. Atendimento ágil e direto com a diretoria, sem burocracia de call center.

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Empresas que confiam na Valoriza

As 3 frentes da Valoriza Ambiental

Sólidos, efluentes e reciclagem, com coleta, transporte e destinação final licenciados.

Resíduos Sólidos

Coleta, transporte e destinação final de resíduos industriais e perigosos, Classe I e Classe II, com caçamba, compactador estacionário ou roll-on roll-off no seu pátio e documentação completa (MTR, DMR, CADRI).

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Efluentes Líquidos

Coleta e transporte de efluentes industriais em caminhões de 10 m³ e 14 m³ até a estação de tratamento licenciada, com rastreabilidade do processo.

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Reciclagem de Plástico

Reciclagem de plástico industrial com rastreabilidade completa, do recebimento à destinação final.

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Descarte e destinação de resíduos industriais

Do pátio da sua indústria até o destino final licenciado, com documento fechando cada etapa.

O descarte de resíduos industriais não começa na coleta: começa na caracterização. Antes de dimensionar equipamento ou frequência, nossa equipe técnica avalia o que a sua operação gera, em que volume e em quanto tempo esse resíduo ocupa o pátio. É isso que define se o caso pede uma caçamba pontual, um compactador estacionário ou um programa de coleta recorrente com data fixa no calendário.

1. Caracterização e classificação

Identificação do resíduo gerado, enquadramento em Classe I ou Classe II e definição do destino autorizado para cada tipo. É esta etapa que determina o custo por tonelada e a documentação que a sua indústria precisa manter em dia.

2. Acondicionamento no pátio

Caçamba estacionária de 30 m³ para volume alto, sistema roll-on roll-off quando a troca precisa ser rápida sem parar a operação, e compactador estacionário para resíduo volumoso de baixa densidade. Também trabalhamos com caixas de diversos tamanhos, até 26 m³.

3. Coleta e transporte licenciado

Frota própria, com MTR emitido antes de a carga sair da sua unidade. A programação é combinada com a sua equipe de SSMA para não conflitar com a rotina de produção nem com a janela de recebimento do destino.

4. Destinação final e comprovação

Encaminhamento para aterro, coprocessamento ou reciclagem licenciados, conforme a classe do resíduo, com retorno dos comprovantes e do DMR para fechar o ciclo no seu arquivo e alimentar o inventário do ano.

Na prática, boa parte do custo de descarte não está na coleta em si: está no número de viagens. Resíduo volumoso e de baixa densidade enche a caçamba com pouco peso, e cada viagem extra entra na conta do mês. Por isso a definição do equipamento vem antes da proposta — compactar na origem costuma custar menos do que transportar ar.

Classe I e Classe II: o que muda na sua conta

A classificação define o transporte, o destino autorizado, o custo por tonelada e os documentos que a sua indústria precisa manter.

Classe I — resíduos perigosos

Borra oleosa, solvente usado, lodo de ETE com carga perigosa, embalagem e EPI contaminados, lâmpada, bateria. Pedem transporte licenciado específico, CADRI para a movimentação e destino autorizado para a classe — coprocessamento, incineração ou aterro Classe I. É a faixa de maior custo por tonelada e a que mais recebe atenção em fiscalização.

Classe II — não perigosos

Classe II A, os não inertes, e Classe II B, os inertes: papel e papelão, plástico industrial, sucata metálica, madeira, entulho e vidro. Parte desse volume tem valor de mercado e pode voltar como receita em vez de despesa, desde que a segregação na origem seja feita direito.

O problema que mais encontramos não é classificar errado por desconhecimento — é manter no papel uma classificação que a operação já mudou. Quando a linha troca de insumo, de solvente ou de embalagem, o resíduo muda junto, e o PGRS, o CADRI e o inventário precisam acompanhar. Revisar isso com calma custa menos do que explicar a divergência no meio de uma auditoria.

Efluentes líquidos industriais

Coleta, transporte e destinação em estação de tratamento licenciada, com rastreabilidade do processo.

Efluente tem uma variável que o resíduo sólido não tem: ele não espera. Quando a caixa de contenção chega no limite, a operação para junto. Por isso a frequência de coleta de efluente é dimensionada pela taxa de geração e pela capacidade instalada da caixa, não por um calendário padrão.

Caminhões de 10 m³ e 14 m³

Dois portes de tanque para atender tanto a unidade com acesso restrito, onde o caminhão maior não manobra, quanto o volume alto em que compensa fazer a viagem cheia e reduzir o custo por metro cúbico.

Caixa de contenção dimensionada

Avaliação da capacidade da caixa de contenção e da taxa de geração da sua operação para definir a frequência de coleta com folga, evitando tanto o transbordamento quanto a viagem feita pela metade.

Onde atendemos

Base operacional em Campinas, com atendimento em raio de até 250 km.

A operação sai de Barão Geraldo, em Campinas, e atende a região metropolitana num raio de até 250 km. Isso cobre os polos industriais de Paulínia, Sumaré, Americana e Indaiatuba, alcança Piracicaba e Sorocaba e chega à Grande São Paulo e à Baixada Santista.

Distância pesa em duas coisas que o seu orçamento sente: o frete e o tempo de resposta. Quanto mais perto a base está da sua unidade, mais viável fica atender uma coleta não programada — aquela que aparece quando a produção muda de ritmo ou quando um resíduo se acumula mais rápido do que o previsto. Dentro do raio, quem define a rota é a combinação de volume e frequência, então vale conversar mesmo que a sua planta não esteja na lista acima.

Atendemos indústrias de médio e grande porte e também frigoríficos, oficinas mecânicas e postos de combustíveis — operações com resíduos e exigências documentais bem diferentes entre si. Em todas, o trabalho segue as normas regulamentadoras de saúde e segurança ocupacional e a legislação ambiental vigente.

Por que a Valoriza Ambiental

Mais de 15 anos de experiência, atendimento direto com a diretoria e documentação que fecha com a operação real.

Atendimento direto com os diretores

Sem call centers terceirizados. Sua empresa tem linha direta com quem tem autonomia para decidir e resolver com agilidade.

Dashboard de auditoria

Histórico, volumes e destinação final visíveis a qualquer momento.

Mais de 15 anos de experiência

Operação consolidada com frota própria e inteligência de consultoria ambiental integrada.

Frota e capacidade própria

Caixas de diversos tamanhos, até 26m³.

PGRS

Elaboração, revisão e atualização do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, documento obrigatório por lei para indústrias de médio e grande porte.

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Documentação Ambiental

Emissão de MTR, DMR e CADRI, Relatório Anual (RAPP) e Cadastro Técnico Federal no IBAMA, com documentação alinhada à operação real da sua indústria.

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Antes de uma auditoria ou fiscalização

PGRS, MTR, DMR, CADRI e comprovantes de destinação precisam contar a mesma história da operação — e essa história também precisa fechar com a licença de operação e com o CADRE da sua unidade. Divergências entre os documentos podem indicar pontos de atenção na gestão de resíduos, e o custo de resolver isso depois de uma fiscalização costuma ser bem maior do que revisar antes. Fale com a nossa equipe técnica e avalie o cenário da sua empresa.

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Sem intermediários: converse com quem tem autonomia para resolver e dimensionar a sua operação.

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